quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Relatividade Cultural







Simplesmente a linguagem que o mundo pintou… A verdadeira essência do seu coração retrata a imaginação biologicamente exponencial que nos é depositada e alargada na nossa mente…
Os milhões de anos que marcam o nosso surgir, transportam algo que no seu íntimo significado é determinadamente intemporal… O tempo não consegue transpor os limites desta barreira… Aquele que é um grande sonho humano, uma fantasia elaboradamente criada no nosso cérebro, para esse determinado algo, é uma pura realidade inocente… Cuja verdade é exemplificada no povo romano, extinto no seu ser, mas vivo na sua alma… A criação de Rómulo e Remo no seu invisível faz parte indubitavelmente da história que nós hoje próprios construímos e desenvolvemos…As raízes carnudas e grossas que sustentam a nossa língua, transporta na sua seiva uma base comum, o latim… Doravante a intemporalidade não é a única característica marcada… As múltiplas e mútuas convivências interpessoais estabelecidas no meio em que surgimos, tal como também as nossas próprias experiências pessoais fazem parte deste algo e esse algo faz parte de nós… É a razão profunda de nós sermos e existirmos… Um sistema auspicioso que num perfeito equilíbrio dinâmico, está sempre em constante transformação e alteração… É a cultura…
Itália, 28 de Dezembro de 1513… Leonardo Da Vinci encontra-se na sua humilde e minuciosa casa, na província de Vinci, região de Florença… O mais pitoresco pormenor de uma habitação é o retrato da placidez intelectual do indivíduo que a habita… A lenha de abeto arde ao saber do tempo na lareira que mostra em cada detalhe ínfimo, um tom enegrecido, fruto dos anos que lhe pairam e da fuligem que a cobre… A tarde de Inverno mostra-se rigorosa e Da Vinci sem nada com que se entreter monta o tripé de madeira de salgueiro junto á lareira e coloca sobre o mesmo uma tela branca…Lembra-se que lhe falta a palete de cores e o seu pincel de crina de cavalo Lusitano, o seu preferido. Num impasse, vai buscá-los, e resguarda-se novamente junto ao borralho… Tal como a obra começa a surgir pelas mãos do seu criador, assim também a cultura num processo idêntico regurgitou, estando-se sempre a desenvolver e a renascer: uma verdadeira Fénix, figura mitológica que renasce das cinzas e que apresenta uma figura totalmente nova após cada renascimento… A cultura é um verdadeiro conjunto de processos, que leva á elaboração de um quadro pintado a tinta de óleo, tal como é incluída a própria obra que está fugaz na mente de Da Vinci…
A cultura é um produto final inacabado, tal e qual como uma pintura exposta numa tela… Ambas, de maneira alguma, não são independentes, estando-lhes sempre associadas um conjunto de cadeias causais e elementos fundamentais que lhes dão origem…
A “ simples e banal” tela é o local onde todo o enredo ocorre, onde a criação é feita… Numa pura analogia compara-se a tela de Da Vinci ao mundo que habitamos… É o local onde a cultura é produzida, género de um suporte que a sustenta e lhe fornece um conjunto de múltiplas capacidades para a construir… O mundo permite que surjam as mais variadas culturas, tal como hoje em dia podemos percepcionar em relação àquilo que nos rodeia, a cultura americana, sul africana, a Boximane, entre outras… Porventura não basta somente termos uma tela para que a obra nasça na sua máxima peculiaridade... Não há quadro sem pincéis nem tinta, tal como não há cultura sem matéria-prima que a desenvolva… Surge então a língua característica de cada povo, tal como os boximanes falam uma língua do grupo Khoisan, os americanos falam americano, o portugueses falam português, entre outras culturas que falam determinada língua específica; o modo e os materiais que se constroem as casas e as diversas habitações: enquanto que os boximane usam madeira, peles e palha para construírem a sua casa, que não passa de uma mera tenda, os americanos usam principalmente cimento e betão para construírem as suas habitações pomposas… Também o modo de obter comida que para os boximane se traduz na caça, o modo de viver e partilhar com os outros, os meios de transporte e até o universal beijo fazem parte de um conjunto de matérias primas, que manufacturadas permitem fazer surgir novas culturas, diferentes de todas as outras, mas mais do que tal, permite que as culturas já existentes estejam sempre num processo de desenvolvimento…
A pintura de Leonardo Da Vinci não pode ser concluída no seu máximo esplendor… Não basta a tinta, o pincel e a tela… É preciso algo mais do que especial, uma mente com uma singularidade unicamente criadora e imaginativa… Esse algo e ser humano… Se não fosse Da Vinci, através das suas múltiplas capacidades intelectuais , mentais e cognitivas, traduzidas nos infinitos rabiscos oleosos implementados na tela, nada era feito… A individuidade de cada individuo faz com que nenhum dos biliões de seres terrestres partilhem a mesma história, as mesmas ideias, os mesmos gostos e costumes… É através desta particularidade, desta fonte insaciável de imaginação que conseguimos dar uma voz ao mundo e ás matérias primas que ele nos presenteia, sendo essa voz, a diversidade cultural existente no globo… Podíamos ter os originais “Starry Night” e “Mona Lisa” á nossa frente e sabermos que para a sua elaboração foi usado o mesmo tipo de tinta e tela, contudo são formas de arte completamente diferentes, resultado da imaginação fértil de dois indivíduos diferentes… Podemos considerar a objecção de que quadros de um mesmo pintor são sempre diferentes… Sem dúvida uma preposição verdadeira, porventura há traços que os sustentam a todos, características iguais em todos eles,  o ADN do seu criador…
A cultura recorre ao mesmo método, á mesma concepção… A cultura é o homem e o homem é cultura… Através da criatividade única e transcendente, conseguimos criar as múltiplas sociedades e civilizações, e as mesmas também fazem de nós o ser humano biologicamente social… Os nossos princípios e valores excepcionais fazem-nos lutar por aquilo que acreditamos, criando assim diversas e exclusivas culturas… Tal como certas culturas acham que uma garrafa de Coca-Cola é prejudicial á sua mesma cultura, , é porque esta ostenta a ideia de que esta pode ser prejudicial para a mesma… Por exemplo, a cultura Boximane não aceita a garrafa de Coca-Cola. Porventura se viajarmos até ao outro lado do mundo, aos Estados Unidos da América, reparamos que a sociedade americana já não vive sem a mesma garrafa, isto devido á sua única mentalidade, diferente da dos Boximane. Diferentes mentalidades, dedutivamente resultam em culturas obviamente diferentes… Mais do que importante é saber conseguir compreender estas grandes diferenças, e aceitá-las dentro dos seus próprios moldes e padrões culturais…Um mundo em que todos as pessoas se compreendem e entendem, é um mundo mais feliz e melhor… Isto é a relatividade cultural…



                                                                       Henrique Aidos; Reflexão "A Relatividade Cultural"

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Funcionamento Cerebral X Comportamento Humano

 
 
 
 
 O cérebro é uma linguagem do mundo…Simplesmente remete e transmite de uma maneira transfigurada aquilo que no nosso dia-a-dia temos o hábito de reparar, olhar e percepcionar … A não colinearidade dos conceitos que biologicamente transformam e formam o mundo leva a que o homem se depare pontualmente com situações, objectos ou outros, e, que incrivelmente leva a que o seu cérebro se adapte a essas mesmas situações, alterando consequentemente e possivelmente o comportamento do sujeito perante o meio. Tal processo pode-se comparar perfeitamente ao sistema funcional de uma simples e descomplexa borracha “Maped”. Parece-nos irreal esta situação, a comparação de um cérebro, que ainda mal sabemos de todo o seu teórico potencial, a um objecto branco, moldável e banal do nosso dia-a-dia…Tal como uma borracha se molda quando a comprimimos de modo a apagar alguma rasura ou outro, em consequência do meio a que a submetemos, seja uma folha com uma textura lisa ou rugosa, seja uma folha grossa ou lisa, o nosso cérebro funciona tal e qual como esta nossa borracha. Conforme as experiências de um indivíduo, conforme o meio a que se submete e as exigências a que esse meio o propõe, o cérebro irá moldar-se de modo a satisfazer as necessidades do homem e do meio. Se o cérebro se modifica, indubitavelmente o comportamento também se alterará. A este fenómeno incoerentemente simples designamo-lo por plasticidade cerebral.
O nosso cérebro é o âmago da nossa personalidade, tanto a nível ontogenético como a nível filogenético…A filogenidade do nosso cérebro é o resultado de milhões e milhões de nãos da evolução de uma espécie, a nossa espécie…Aquilo que nos caracteriza como Homo Sapiens Sapiens são o conjunto de capacidades superiormente complexas que nos determinam como tais e que mais nenhum ser é dotado da tais qualidades intelectuais. O nosso pensar, o exprimir das nossas emoções, tais como a alegria e a tristeza, a nossa capacidade de tomar decisões e prever o futuro são complexidades comportamentais do “eu” humano, inteiramente percutidas pelo foro do nosso cérebro…Uma zona específica do nosso cérebro, mais especificamente os lóbulos pré-frontais são responsáveis pela nossa imensidão mental e consequentemente comportamental…Contudo nem só estas áreas nos caracterizam como pessoas…
O carácter ontogénico remete-nos para uma caracterização mais pormenorizada do que é o nosso actual presente cerebral…Corresponde à individualidade, mais verdadeiramente à individualidade cerebral que cada indivíduo apresenta. A dedução de que todos os indivíduos são diferentes, e que consequentemente apresentam atitudes comportamentais distintas, conduz à concepção da multiplicidade cerebral. O cérebro humano é determinadamente tão específico para cada ser, que até os gémeos univetilinos ou homozigóticos apresentando a mesmas base genética, em que o mais ínfimo pormenor tal como a ponta de um cabelo é igual entre os dois sujeitos, estes diferem inteiramente na sua estrutura cerebral e por sucessão, comportamental…
Nos inícios dos anos setenta, quando o avanço tecnológico regurgitou o universo dos computadores, em muitas comparações entraram estas potenciais máquinas, tais como a que me lembra a comparação de um computador muito lento e retrógrado, ao funcionamento do corpo humano. Em contrapartida explicitavam que computadores mais sofisticados a nível de cálculo e processamento de dados eram comparados a pequenas e simples bactérias de funcionamento inato…Somente uma década mais tarde, um indivíduo, um neurocientista, cujo nome não me relembro, se muniu de todos os seus factos e estudos, relacionando assim o funcionamento cerebral ao mecanismo interactivo de um computador…
Em suma uma verdade universal…Os componentes funcionais especializados de um computador, tais como se constam, a motherboard, o disco rígido, a placa gráfica, entre outros, dizendo assim, realizam-se uns aos outros, ou seja, implicam-se mutuamente na função de concretizar os grandes mecanismos complexos que os caracterizam…Porventura basta recorrer à imaginação para notarmos o que ocorre, quando por exemplo a motherboard deixa de funcionar. A robótica comportamental em parte se altera…Apesar de todas as outras áreas recobrirem os requisitos mínimos para funcionarem, estas não possuem algo estimulador que as coloca a funcionar: o estado correcto da motherboard…
O nosso cérebro é o papel químico de toda uma geração de computadores… Este apesar da sua elevada especialização em diversificadas áreas, é um autêntico sistema unitário e interactivo que funciona de forma sistemática e integrada…Recorramos a uma experiência mental para a complexidade desta anatomia…Imagine-mos então um determinado professor, o “Professor T” que está a falar com o seu aluno preferido, o “Aluno C”, e diz-lhe: “Dá-me o telemóvel…”.  Enquanto que intimamente uma determinada e específica área do hemisfério esquerdo do “Professor T” produziu a linguagem verbal para o respectivo aluno, uma outra determinada área concreta do seu hemisfério direito realçou a entoação irónica do que este dizia. Se por azar do “Aluno C”, a respectiva determinada área direita do “Professor T” não funcionasse, este já não poderia saber se o seu professor estaria a falar a brincar, como normalmente o faz…
Hoje em dia sabe-se que o autismo é denominado como uma doença mental, caracterizada por diversas áreas do cérebro não estarem em correcto funcionamento. Contudo uma área específica deste mesmo, o córtex pré-frontal é dotada de um desenvolvimento anormal, algo superior, algo que se encontra acima da média…O desenvolvimento anormal desta específica área leva a certas capacidades mentais superiores, tais como por exemplo na área da memória e do cálculo…Ninguém neste mundo que seja perfeitamente normal, é capaz de decorar seis baralhos de cartas…Contudo tudo o que é fora do normal, tem um preço…Estas pessoas vivem mentalmente num mundo à parte, com uma rotina muito própria e característica…Desde o estabelecer de uma hora para comer até às horas de ir dormir, ou até mesmo o local onde estas têm que comprar as suas próprias cuecas…Aqui está a prova real que o cérebro é fruto de todo o nosso comportamento…Desde o mais simples, até ao mais complexo…Simplesmente uma alteração na estrutura funcional do cérebro de um individuo  leva-o à alteração comportamental de todo o seu ser …Biologicamente totalmente aceites como seres humanos, contudo psicologicamente e socialmente algo diferentes…Para estas pessoas o muito de saber de X é a degradação do saber de Y…
O mundo continua a palpitar…O nosso cérebro continua a desenvolver-se a uma velocidade impressionante, que nós próprios nem damos conta de tal, pensando de certa forma que a lentificação e correspondentemente a lentidão esteja totalmente associada ao seu todo…
Muitas potencialidades para descobrir, muitos comportamentos humanos para se descodificar… Contudo ambos os enigmas se juntam numa só questão que nos percorre ao longo dos tempos: “ Qual a especificidade do nosso cérebro?”
 
 
 
                                                   Henrique Aidos; Reflexão "Funcionamento Cerebral X Comportamento Humano"

domingo, 26 de dezembro de 2010

Efeito Pigmalião






A questão do efeito pigmalião remete-nos indubitavelmente de certa forma para a área da formação das nossas impressões para com os outros...
Os professores através da formação de diferentes impressões perante os seus alunos, irão assim apresentar diferentes comportamentos para com os mesmos, já que geralmente, para cada impressão, um comportamento específico... Temos que reparar que a formação das impressões e os respectivos adventícios comportamentos que se tomam perante os alunos em nada é algo imparcial... Estes formam-se através dos princípios do professor, de aquilo que lhe incutiram na infância, de aquilo que ele acha melhor ou não, consoante os seus valores, entre outros... A formação das impressões é um processo natural que dificilmente é alterado, tal como os comportamentos que se lhe juntam…Logo um professor cria sempre distinções entre os alunos, dando mais atenção e estimulação a uns do que a outros…É impossível que não haja estas distinções… Doravante temos que também ter uma grande atenção perante os alunos…Os alunos são também personalizados de princípios e valores, que podem ou não corresponder àquilo que os professores eventualmente esperavam deles…Simplesmente um professor pode estimular um aluno que ache que é muito inteligente, mas o aluno nem se quer o gosta de ouvir, pelo que não lhe liga nenhuma e está-se a “borrifar” para o mesmo, não ligando nada aos estudos e consequentemente não tirando boas notas … O efeito pigmalião não é colinear…Cada situação tem uma certa especificidade
Recorramos a uma experiência mental para entendermos aquilo que pretendo transmitir: o Toni Paulo é um professor que lecciona uma turma do segundo ano da Escola Primária de Cinfães… Este no inicio do ano apresentou-se á sua turma, e a turma também se apresentou ao mesmo… A turma era constituída por dois elementos, o José e o Hugo, que tinha a alcunha de” Coelho”… O “Coelho” era um rapaz que vivia numa das aldeias dos arredores de Cinfães, filho de pais agricultores vivia sobre condições precárias, somente tomava 2 vezes banho por semana (e quando tomava), vinha para a escola sempre com a mesma roupa muitas vezes já enegrecida e borrada de tanto uso, nas suas narinas era visível sempre um muco esverdeado que metia nojo a quase toda a gente…Era um individuo que na sua maior parte das vezes vivia excluído da população da vila… Pelo contrário, o José era um rapaz que tinha vindo de Cascais com os seus pais diplomatas, e se tinha alojado na vila, numa moradia luxuosa…Andava sempre bem cheiroso, vestia roupas de marca e, no seu geral era um “garanhão” na escola primária… O professor que dizia que nunca fazia diferenças entre alunos por causa das suas aparências e classes sociais, agia de forma incrivelmente contrária ao que dizia…O primeiro período iniciou-se e criou-se uma desigualdade tremenda entre os dois: o professor Toni Paulo dava muita mais atenção ao José, quando o José acertava uma questão merecia sempre um rebuçado, enquanto que quando o Coelho acertava já não o merecia; este falava de forma mais doce e confiante para o José, enquanto que para o Coelho ia sempre uma mensagem de desconfiança e inutilidade… O primeiro teste foi dado…Os alunos fizeram-no e depois o professor corrigiu-os…Quando os entregou os alunos tinham a mesma nota: 17 valores… O que retirar desta experiência mental?
Em primeiro lugar temos que notar que o Professor Toni Paulo estava incutido de valores e ideias que faziam com que tratasse os dois alunos de forma diferente…Mesmo este sabendo que de certo modo estava a agir mal e que se alterasse o seu comportamento poderia até estar a ajudar tanto o José e o Coelho da mesma forma, este de certo modo não conseguiria tirar as sua distinções, pois é algo intrínseco que o persegue, algo possivelmente que se construiu durante a sua infância por grupos específicos que sempre o “envolveram” e que lhe incutiram tal valor… Possivelmente alguém lhe poderia fazer o seu comportamento, mas era muito difícil… Em segundo e por último, temos que ter em atenção a nota que o José e o Coelho tiveram. A nota que o Coelho teve, prova que não é só por um professor estimular mais um aluno do que o outro, que o que foi mais estimulado é melhor aluno do que o outro que não foi… Neste caso o Coelho sempre foi indiferente ao que o professor Toni Paulo disse, pelo que encarou de forma indiferente do tratamento que recebia…Deste modo as sua características intelectuais, mentais e cognitivas não forma afectadas, pelo que este consegui tirar uma boa nota… Assim podemos dizer que o efeito pigmaleão não é colinear, pois depende de quem expõe as expectativas, mas mais do que estes ainda estão as pessoas que têm que corresponder a essas expectativas…



                                      Henrique Aidos, "Reflexão Efeito Pigmalião"

Crianças Selvagens- "Victor de Aveyron"

(...) questão epistemológica entre o inato e o adquirido, que dominou o panorama cientifico dos anos 50 no século XX. O “menino selvagem” (...) apareceu a 9 de Janeiro de 1800, a partir de uns bosques franceses, mais precisamente localizados junto da vila de Saint-Serin, situada no Sul de França. Ninguém declarou ser seu pai, ninguém reclamou ser sua mãe.

domingo, 5 de dezembro de 2010

A Música...

A música é algo já intrínseco que nos percorre o sangue...Qual é o Ser Humano capaz de viver isolado de certa forma dos sons que compõem o mundo? Sinceramente acho que nenhum...
Grandes questões se levantam...Afinal qual será a especificidade da música?