segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Clonagem...Um avanço na ciência, ou um instinto de sobrevivência????



 " O Ser Humano, comparado a um relógio Biológico, que retrata a história da Terra, somente e insignificantemente, é uns poucos segundos que regurgitaram ao acaso, uma pura sorte do destino, pelo que nada podemos dizer sobre o nosso mundo, nem determinar as Leis da Vida. "



                                                        Henrique  ( Ensaio Filosófico A Clonagem )






Será que um dia poderemos ser todos iguais?
                                                                        


Actualmente, a clonagem, é tema de um dos maiores debates éticos de todo sempre...Tudo o que podemos pensar hoje em dia e em gerações futuras acerca do assunto, irá se revelar incognitamente numa moeda de duas faces...Afinal o que é que o Ser Humano deve pensar???
Aqui fica a minha simples opinião...







Clonagem, a moeda de duas faces.







Algo ante nós, na Terra que nós pisamos ressoa o coração do Mundo, com de certo modo, nós com a infelicidade de apenas visionar-mos aquilo que nos rodeia…Simplesmente o nosso espírito, a nossa alma não consegue olhar para além das fronteiras…Um coração que respira vida, um sistema, mais que um órgão principal, que é mais do que constituído pelo Miocárdio, as aurículas e os ventrículos…Algo mais do que uma parte física palpável, mas sim uma alma, um espírito que se envolve sobre os seres humanos que relata uma história conjugal, uma gravação nas pedras da memória terrestre...Memórias que relatam a forma de vida mais complexa de sempre. História, lendas e mitos que desde á sete milhões de anos atrás se formaram a partir das vivências mais vividas a partir, sensivelmente dos Australopitecos. Conjunto de vivencias milenares, que sem nos apercebermos atravessaram séculos e milénios e que hoje, incrivelmente, se encontram encerrados no nosso núcleo celular de cada célula do nosso corpo, desde as mais simplória, até ás mais complexas, o ADN celular. Porventura, mais do que uma recordação de uma experiência que corre pela mente de todos os seres humanos, há algo que une e liga a geração Homo, mais do que um instinto, a sobrevivência.
Porque não pensar, afinal numa sociedade futura, em que o seu instinto de sobrevivência alcançou limites impensáveis, e que nunca se pensaram atingir??? Um instinto que leva á própria degradação do Homem futurista, um conjunto de valores, de relações que são violadas e que afinal mostram o degradante e a fragilidade que é o Homem. A inteligência do Homem que levou á própria degradação do Homem, e da vida Humana, e em vez de evoluir o seu instinto de sobrevivência de uma forma sustentável que zela pelo bem comum de uma população em geral, apenas relata a sede, a ambição de chegar mais alto sem quais queres regras ou limites. Mas afinal o que faz de nós detentores da vida eterna? Simplesmente uns assassinos de nós próprios, sem consciência de tal algo, somente cegos! O uso de clones humanos para a sobrevivência de uma população consumista, que envolve a morte destes mesmos, igualmente racionais e detentores de toda a sabedoria milenar, pode-se dizer de certo algo modo vai contra os princípios éticos defendidos, e debatidos ao longo dos tempos. Os clones, tal como nós, Humanos sentem a dor e igualmente expressam, desde os mais ténues ao mais vividos sentimentos. Logo nada podemos dizer e afirmar que os clones são superiores ou inferiores a nós, e os determinarmos como uma raça inferior. Não podemos tratar estes como animais, e os impormos a um mundo irreal, um mundo de censura, de dores insuportáveis, e mais angustiante o direito á vida! A vida no seu máximo ínfimo poder, é um dom que deve ser respeitado a todos os seus níveis, a todos os organismos do Mundo, pois estes fazem parte de uma evolução, de uma história…
O Ser Humano, comparado a um relógio Biológico, que retrata a história da Terra, somente e insignificantemente, é uns poucos segundos que regurgitaram ao acaso, uma pura sorte do destino, pelo que nada podemos dizer sobre o nosso mundo, nem determinar as Leis da Vida.






domingo, 12 de setembro de 2010

A pobreza...Será que temos o dever ético de ajudar os pobres?

O Mundo continua numa azáfama permanente...Cada vez mais o Ser Humano dos países desenvolvidos ( e não só ) começa a questionar, sem o saber,das maiores incógnitas que o Universo esconde... Será que as pessoas com mais posses a todos os níveis, têm o dever ético de ajudar as mais pobres????O que nos leva a questionar tal coisas????
Se para existir uma classe alta, sem dúvida tem que existir uma classe baixa...Mas as opiniões das classes mais poderosas divergem entre si perante os pobres...Porque não pensar que os próprios pobres, estão divididos em subclasses sociais????
A todas estas questões pretendo dar a minha opinião de uma forma geral...Contudo, torna-se somente uma opinião através de um ensaio filosófico que eu próprio " construí " ...




                                                                            




A pobreza… Quem é que ás vezes ao passar na rua, não repara no pobre homem, ou mulher que está a mendigar, com um conjunto de trapos e uma cesta?
A pobreza é um problema, um debate, um tornado de ideias, que tem percorrido insaciavelmente a história do Mundo…Desde os tempos mais remotos, desde as sociedades antigas que houve sempre aquela distinção entre o pobre e o rico...
Mas porque esta distinção? Porquê a existência de desigualdades? Porquê a existência do pobre? Será correcto haver esta distinção? Será correcto, ou não ajudar-mos um simples pobre? Será que devemos continuar com o preconceito, que não devemos ajudar o pobre da rua?
A este conjunto de questões, a este problema, a este Tabu que eu pretendo responder, ou melhor, dar a minha simples e mera opinião…Pretendo avaliar este problema de várias perspectivas…
Para mim, o nosso Mundo é feito por três grupos de pessoas. O primeiro grupo formado pelas pessoas que querem, gostam, sonham e anseiam de fazer algo mais. Aquelas que têm o espírito de sacrifício e de humildade, aquelas que não se contentam por lhe dizerem que o seu trabalho é bom, e sim que gostam de ouvir que o seu trabalho é excelente, aquelas que não se cansam e adoram ouvir o que as outras dizem. O segundo grupo, formado pelas pessoas malandras, que não gostam de trabalhar e sim viver á custa dos outros, viver á custa das esmolas que os outros lhes cedem… E o terceiro grupo formado pelas pessoas, que apesar de poderem ter a ambição de serem alguém, de querer vir a poder fazer algo da vida, não o podem por variadas razões. Ou porque não tinham as condições financeiras necessárias, ou porque os pais não o deixaram, ou porque por exemplo sofriam de uma doença ou deficiência grave…
Para mim, é segundo esta distinção entre estes grupos, mais propriamente entre os dois últimos grupos que devemos avaliar quem sim ajudar, a quem sim dar incentivos quer monetários, quer afectivos, quer morais…
Para mim, aquelas pessoas que pertencem ao segundo grupo, as malandras que nada querem fazer da vida, querem viver á custa dos outros, e não têm ambições para a vida, são aquelas que não devem ser ajudadas de alguma forma, porque não fazem nada por si próprios, não têm futuro para a vida… Para mim estas pessoas vieram ao mundo para ver andar os outros, para eles a vida não faz sentido, nem fazem nada para esta, a mesma, ter sentido…
Por outro lado, para mim as pessoas do terceiro grupo, aquelas que têm o seu espírito de ser alguém na vida, aquelas que tentam lutar por uma vida melhor, aquelas que apesar de quererem sair da miséria e da pobreza, ou pelo menos sonham por isso, mas não o conseguem, devido a dificuldades de qualquer tipo…Sim essas é que devem ser ajudadas…
Quanto ao primeiro grupo, que eu deixei de parte um pouco ao longo do texto, só tenho uma coisa a dizer…são as pessoas pertencentes a este grupo, que sabem o que é a miséria, sabem o que é sofrer, sabem o que é o espírito de humildade sabem o que é sonhar por uma vida melhor, ou seja já passaram mais ou menos por uma vida de um pobre. São estes que têm a obrigação e o dever de olhar por aqueles que mais precisam.
No decorrer do texto, ao decorrer da elaboração da pequena obra, deparei-me que fui em parte injusto no que disse… Será que aquelas pessoas a que eu chamei malandras, isentas de espírito de humildade e sacrifico e “ sanguessugas” tiveram culpa disso? Será que a forma de elas serem assim, não é da educação que porventura lhes deram? Será que afinal, então não devemos ajudar estes pobres, dando-lhes uma oportunidade de conseguir ver o que há de belo em viver e sonhar a própria vida? É neste dilema que eu concluo este texto, ficando nesta pequena, mas grande duvida…

Uma frase, mais do que mil palavras...

Aqui começa uma nova iniciativa...
Ás vezes uma simples frase, vale mais do que um texto e até mesmo do que um Ensaio Filosófico...Frases que levam á procura da paz do coração, a alegria, a simplicidade, a misericórdia...
Baseando-me por uma passagem marcante que tive por Terras de França, nomeadamente Taizé, uma comunidade Ecuménica que vive na máxima plenitude com a paz e a esperança, transcrevo para o nosso Blogue uma frase simbólica por semana da autoria de diversas identidades ilustres, das quais o fundador da Comunidade de Taizé (Irmão Roger Schutz (1915-2005)) que sempre ouviu e ouve quem o procura, nem sempre através da fala, mas também sim, das simples palavras.









" Amar é uma palavra frequentemente maltratada. Amar, é fácil de dizer. Viver o amor que perdoa é algo completamente diferente. "


                                                                                                      Irmão Roger  







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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aqui começa um Blogue...

Era uma vez...

Tudo tem um início...Tal como Lavoisier dizia : " Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma "...Com base nestas palavras adaptamos à parte do Mundo, a ideia de milhares de pessoas, a de mudar algo para melhor...Pretendemos não só uma transformação metamórfica na área do conhecimento e do saber, mas sim na parte de olhar para o subconsciente de uma pessoa, e lhe ver o coração a sorrir...
Queremos vaguear nas palavras, no sentir, imaginar e olhar...

Era uma vez um blogue... :)